Câncer de estômago

O câncer de estômago, ou câncer gástrico, é uma neoplasia que atinge as células do estômago. O tipo mais comum é o adenocarcinoma, responsável por cerca de 95% dos casos da doença.

Afetando duas vezes mais os homens do que as mulheres, sua incidência é mais alta entre os 50 e 70 anos e rara antes dos 40 anos, neste último caso, a doença está associada a fatores genéticos.

Apesar de as causas do câncer ainda não serem totalmente esclarecidas, acredita-se que fatores como histórico familiar, idade mais avançada e uma dieta baseada no consumo de alimentos embutidos, defumados, conservados em sal, e pobre em produtos naturais e frescos, como frutas e verduras, carnes e peixes podem influenciar tal doença, assim como o consumo de bebidas alcoólicas e fumo.

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Os sintomas muitas vezes não são específicos e envolvem fadiga, cansaço, perda de apetite, dor abdominal, febre, vômito com sangue, gastrite persistente e diarreia.

O diagnóstico é feito com exames clínicos e também com testes de imagem, como ressonância e radiografia, determinando o tamanho e a localização do tumor. Os tratamentos são, em geral, a remoção cirúrgica da massa tumoral, tratamento por radioterapia e quimioterapia.

É importante que a visita ao médico seja feita imediatamente caso apresente algum sintoma relacionado a distúrbios estomacais. Manter uma alimentação saudável, incluindo frutas e verduras frescas no cardápio todos os dias, é fundamental sempre, mastigando bem o alimento e fazendo refeições menores mais vezes ao dia.

 

Dr. De Carli recebe médicos paraguaios

O Dr. De Carli está recebendo dois cirurgiões de Assunção, Paraguai, em sua rotina de cirurgias bariátricas.

Os médicos e professores, Dr. Luis Arestivo e Dr. Hugo Rojas, trabalham no Hospital General de Assuncion e na Clínica Mignone.

Ambos estarão acompanhando o Dr. De Carli nas cirurgias bariátricas no Hospital Moinhos de Vento e na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre até o dia 05 de maio.

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Hiperplasia Nodular Focal

Hiperplasia nodular focal é um tumor benigno do fígado, quando há um aumento do número de células do fígado que dão origem a nódulos focais. Normalmente o  nódulo é único e pode medir até 5 cm.

A grande maioria dos pacientes diagnosticados com este tumor, são mulheres entre os 30 e os 50 anos. Apesar de a  gravidez e o uso de anticoncepcional oral não serem relacionados com o aparecimento da hiperplasia nodular, podem favorecer o crescimento do tumor.

Hiperplasia nodular focal (HNF) é o segundo mais comum tumor hepático benigno e normalmente não causa sintomas, contudo, dependendo do tamanho do tumor, pode haver dor na “boca do estômago” e inchaço do fígado, verificado através da palpação.

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Os tumores benignos do fígado, apesar de benignos, podem estar associados a complicações, se diagnosticados ou tratados de modo errado.

A maioria, no entanto, tem complicações tão raras que a cirurgia para retirar os nódulos raramente é necessária, mas pode ser indicada se houver um crescimento exagerado dos mesmos ou em caso de incerteza quanto ao diagnóstico.

A maioria dos exames disponíveis usados isoladamente não conseguem estabelecer o diagnóstico exato, devido à dificuldade em diferenciar de outras lesões hepáticas. O tratamento de um indivíduo com HNF depende principalmente da certeza do diagnóstico, quando já há o mesmo,não é necessário qualquer tratamento.

A interrupção do uso de contraceptivos orais é recomendada devido à aparente associação entre esta e o crescimento do tumor.  Durante o tratamento, as lesões podem aumentar, diminuir ou desaparecer após o uso do meio cirúrgico.

 

Câncer de mama e obesidade

O câncer de mama é um problema que atinge mulheres e homens em todo mundo e que quando diagnosticado precocemente, tem grandes chances de cura.

O que muitos não sabem é que a obesidade está sim, relacionada ao câncer de mama, pois o risco do tumor aumentar é muito maior em pessoas com sobrepeso. Mulheres obesas têm 2,57% mais chances de ter câncer de mama, principalmente após a menopausa e seus 50 anos.

Uma das explicações é que as gorduras concentradas no abdômen fabricam estrogênio, hormônio que influencia, entre outras coisas, na produção de células mamárias, isso, somado à um fator genético, contribui para que ocorra alterações celulares e de origem ao câncer. Além de a obesidade influenciar processos inflamatórios, que também podem fazer com que as células dos seios se transformem em tumores e se espalhem rapidamente.

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Na maior parte dos casos, o câncer de mama está ligado a fatores que não podem ser modificados, como a herança genética. Mas adotar hábitos saudáveis pode ser uma boa forma para afastar os tumores nos seios.

Praticar atividade física e comer de forma mais equilibrada, não vai apenas minimizar o risco dessa doença, mas de tantas outras, inclusive a obesidade.

É fundamental que estejamos sempre atentos ao sinais de nosso organismo, prezando sempre uma vida saudável e com acompanhamento médico. No caso do câncer de mama, o exame de mamografia anualmente a partir dos 40 anos de idade é muito importante, lembrando que quanto mais peso e idade, mais chances o paciente tem de desenvolver câncer nas mamas.

Colecistectomia por videolaparoscópica

A colecistectomia é um procedimento cirúrgico na qual ocorre a remoção da vesícula biliar, órgão próximo ao fígado que tem funções de auxiliar na digestão de gorduras. Nele concentra-se a bile, líquido produzido pelo fígado e que é lançado no intestino, na altura do duodeno.

O método de colecistectomia mais utilizado hoje é a colecistectomia laparoscópica, já que normalmente a cirurgia é  necessária pela formação de cálculos no interior da vesícula. Esses cálculos podem obstruir os canais de drenagem da bile provocando crises de dores intensas.

A intervenção cirúrgica deve acontecer se o paciente possuir cálculos biliares que ocasionam crises dolorosas ou se a vesícula biliar não está funcionando normalmente, o que pode gerar sintomas como, indigestão, infecções na vesícula, náuseas, vômitos e dores depois de comer, especialmente alimentos gordurosos.DR OKk

A colecistectomia por videolaparoscopia tem vantagens sobre a colecistectomia aberta, pois exige menores incisões e as cicatrizes são mais discretas, menos dor no pós-operatório e uma recuperação mais rápida.

O preparo para a colecistectomia laparoscópica não difere muito para a colecistectomia aberta, os pacientes deverão realizar os exames pré-operatórios de rotina, e o médico deve ser informado sobre que remédios o paciente está tomando para decidir se é ou não necessário interrompê-los. Nos dias que antecedem a cirurgia, o paciente deve procurar manter os intestinos esvaziados.

Após a colecistectomia laparoscópica, a maioria dos pacientes pode retornar à sua casa no dia seguinte. Alguns pacientes inclusive, retornam já no mesmo dia.